quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Para o Guilherme



A família cresceu.

Soube que vinha aí um Guilherme já a meio da gestação.

Não tive duvidas do que queria oferecer à Mamã, que é a Madrinha da Matilde - uma manta. 
Dá sempre jeito. Para a cama, para o carrinho, para a espreguiçadeira. 
Uma manta mais grossa na trama e de tamanho mais generoso, dá também para daqui a uns meses servir como tapete de brincadeiras.

Para o Guilherme, arranjei um companheiro de sonecas.



Gostam?





A arte da selfie


A arte da selfie,  naquela que já era a hora do pijama.

O momento da verdade.
Será que as ( já muitas) horas de tricot conseguem nas agulhas o tamanho certo?

O meu primeiro casaco.
O meu primeiro raglan.

So far, so good.

(também em teste uma nova app para o blogger)

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Hoje foi um dia bom




Hoje foi um dia bom.



De manhã cedo recebi uma óptima noticia.
Mais tarde, um telefonema de alguém com com já não falava há vários meses.
Ao fim da tarde enchi-me de coragem e escolhi um look novo...

Hoje foi um dia bom.

Não importa que há muito aqui não escrevesse, nem tão pouco que existe um post, com uma foto tratada há mais de um mês à espera das palavras que a traduzem.
Não importa que o blog tenha recentemente feito 6 anos e eu me tenha esquecido da data.

Ontem comprei uns enfeites novos, e o espírito de Natal que me invade é o mais elevado talvez da última meia dúzia de anos. 

Das poucas prendas que vou oferecer nada está comprado, mas a grande maioria já está planeado.

Não importa que ontem tenha desmanchado o inicio de um projecto pela terceira vez, porque hoje já decidi que a camisola afinal vai ser um casaco.

Hoje foi um dia bom ;))



quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Boxy, a camisola




Quando uma imagem, ou várias, valem mais que mil palavras.


Tenho, de compra, duas camisolas de corte idêntico que uso bastante.

Quando, para um modelo que gostas tens a sorte de encontrar o fio perfeito, corres um sério risco que ficar com uma peça fantástica.







segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Linhas & Agulhas sem roteiro traçado




Nem eu me entendo.
Ando a suspirar pelo crochet, mas não lhe pego.
Cada projecto que me aparece à frente e quero fazer já de seguida é tricot.
Se a maioria das peças que fiz no passado foram para oferecer ou vender, neste momento vejo-me a querer fazer quase que exclusivamente para mim...
Egoísmo?
Talvez.
Se nos anos anteriores fiz vários xailes, parece-me que este vai ser o ano das camisolas. A Boxy foi finalmente estreada e já outra saltou para as minhas agulhas. 
O que têm em comum?
A designer - a Joji.
E a seguir à camisola, um casaco.
E mais umas meias começadas.
Um xaile abandonado - mas já arranjei o projecto ideal para a sua paleta de cores - mais uma camisola!!


Este boneco espera (im)pacientemente para ser terminado, o bebé a quem vai fazer companhia está quase, quase a nascer...



segunda-feira, 9 de outubro de 2017

15 anos de ti





15 anos de aprendizagens.

A ser Mãe (e Pai) aprende-se todos os dias.

Tu estás a conquistar o teu lugar no mundo, eu estou a aprender a ser Mãe de Filha adolescente.
Não sei se podias ter melhores Pais, eu sei que não podia ter melhor Filha.

Parabéns a Ti meu Amor.
Parabéns a Nós pela Família que criámos.



segunda-feira, 18 de setembro de 2017

45 minutos de "intenso prazer".




Dói.
Todos os dias.
Um ano depois ainda continua a doer.
Mas sabe tão bem...

Este post está há muito para ser escrito. 
É hoje.
E agora, que ainda estou com as pernas bambas da aula da hora de almoço...

Toda a minha vida me lembro de praticar algum desporto. 
Até aos meus 15/16 anos patinagem artística, que tive de deixar por causa dos horários dos treinos quando a escola começou a exigir mais.
Depois a natação. Para não atrapalhar os horários, saía de casa no primeiro autocarro da manhã (6h/6h30?!?!) em direcção à Cova da Piedade, que era onde havia a piscina mais perto do sitio onde morava.

Comecei a trabalhar.
Casei.
Estive uns anos sem fazer "nada".
Voltei à natação, mas rapidamente saltei para a hidroginástica.
Engravidei, mandaram-me "ficar sossegadinha".
Fui Mãe.
Voltei à hidroginástica já a Matilde tinha 1 ano.
Comecei a trabalhar por conta própria. Deixei de ter horários para conjugar.
Experimentei o ginásio.
Desisti.
Experimentei outro.
Continuava sem gostar de ginásio, voltei a desistir.
Mudei de casa, a filha cresceu.
Voltamos à natação, Mãe e Filha, desta vez as duas no mesmo horário.
A Matilde fartou-se da natação. Por recomendação médica, começou a praticar Pilates.
Nova mudança, consegui conjugar o horário dela do Pilates com o meu da hidroginástica.
Fiz 40 anos. Achei piada.
Fiz 41. Doeu.
Comecei a pensar que tinha de cuidar realmente de mim - do meu corpo e da minha mente.

A Matilde quis mudar o sítio onde fazia o Pilates, e eu voltei a tentar adaptar-me ao ambiente de ginásio.
Já fez um ano no principio deste mês.
A Matilde, conjugando as aulas de Yoga, Pilates, algumas outras mais localizadas e treinos personalizados na sala das máquinas deixou de ter queixas da sua coluna.
Eu, definitivamente, sala das maquinas não é para mim.
Tentei, em pouco mais de um ano não sei se fiz uma dúzia de treinos.
Mas, por outro lado descobri o quanto uma aula de Combat pode ser libertadora, ou de Attack (que só quando saímos da sala sem conseguir articular palavra a instrutora fica "satisfeita") pode exorcizar o stress do dia, uma aula de Pump, a levantar ferros me faz conhecer músculos que não sabia existirem...
Qual a que mais vezes me motiva? 
O Cycling. 
Geralmente servido em doses de 45 minutos de "intenso prazer".
Na grande maioria das vezes chego a meio da aula de língua de fora, no final ameaço que não volto, mas o que é certo é que repito. Quase que diariamente. Não é um vicio, mas é viciante.

Sinto-me mais em forma, mais saudável, menos stressada, mais feliz.

Eu, que praticamente toda a vida lutei contra o excesso de peso, dou por mim a fazer exercício pelo prazer do exercício em si, esquecendo-me dos quilos a mais.
Se já perdi peso?
Já. Uns míseros 5 kg.
E volume? 
Dois tamanhos abaixo nas calças.

E a lágrima no olho, quando vais para o provador experimentar uma camisola, que durante muitos anos sempre teve de ser o XL, decides lavar o L, e acabas por pagar o M?
Lágrimas boas essas...


Também por isto tem havido menos Linhas & Agulhas.
A grande maioria das vezes "apago" antes de conseguir pegar-lhes.







domingo, 27 de agosto de 2017

Qual a melhor hora para tricotar?






Qual é para ti a melhor hora para tricotar?

Para mim, têm sido aquelas em que me consigo manter acordada...
Hoje foi às 6h30 da manhã.
Depois de uma semana inteira em que os serões não renderam mais de meia hora de Linhas & Agulhas, hoje, depois de meia dúzia de voltas na cama, tomei a melhor decisão.
Tricotar às 6h30 da manhã. Hora e meia. Tanto (ou mais) que todos os serões da semana.

Ainda que só uns pontinhos de cada vez, a minha Boxy já cresce.



segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Sala dos troféus





O escritório cá de casa, depois de ter sido transformado em 2013 em atelier, teve em 2014 um upgrade, ganhou mais um móvel para arrumação.

Embora seja essencialmente de arrumação - só lá fico quando é para costurar na máquina - é uma divisão onde entro diariamente, e sorrio.

Algumas más-línguas cá de casa ultimamente chamam-lhe Sala dos Troféus.
Não lhes ligo.

Troféus que fui tendo a sorte de receber de amigas, e através de trocas de craft´s.

O bordado recebido da Catarina aquando da troca do Dia da Mulher, sempre teve um lugar especial no meu coração (e no meu móvel também), viu agora chegar um outro para lhe fazer companhia.

A árvore de Natal de rebuçados é gira, mas o manjerico arranca-me sempre um sorriso.




Sala dos Troféus...
Pfff
Não ligo a provocações.







sábado, 19 de agosto de 2017

Do Dia Mundial da Fotografia




Para memória futura.


Numa era em que a fotografia é cada vez mais instantânea, tirada com telefones (que cada vez servem menos para falar) e ipad´s, com máquinas mais ou menos automáticas, mas (quase) todas elas digitais, fica o registo, para memória futura das velhinhas máquinas fotográficas, analógicas, em que se fotografava em rolo, com um numero de fotos limitado, em que tínhamos de esperar pela revelação do rolo e depois impressão das fotos. 

Aprendi a fotografar "a sério" com uma Bronica, depois passei para uma Nikon, e durante os 11 anos que a fotografia foi o meu ganha pão, algumas outras me passaram pelas mãos.

"Deixei" a fotografia quase na mesma altura em que o digital conquistou o mercado.
Durante alguns anos recusei-me a comprar uma máquina digital. 
Rendi-me, mas continuo a achar que não tem o mesmo encanto.
Disse muitas vezes que não sabia fotografar com máquinas mais pequenas, mais leves...


Registo para memória futura - tenho de voltar a dar mais atenção às minhas fotografias...